Sobre empinar papagaios nas alturas celestiais: ao Pajé Jorge, in memoriam

Foto: Jorge Mussa Dib, ao lado da esposa Dulce Enilde, permissionária do Mercado Adolpho Lisboa (Arquivo/Família)

José Alcimar de Oliveira *

Ao Pajé Jorge Mussa

(02 de julho de 1953-30 de janeiro de 2021), que agora empina papagaio na morada eterna

          01. Escrevo sobre mim para escrever sobre o mundo. Recorro à experiência pessoal para tatear sobre o universal de nossa condição humana. Para pensar com o Mouro de Trier, admito que inexiste natureza humana abstrata. Toda natureza, inclusive o conceito de natureza, só existe enquanto natureza condicionada e modificada pela história do ser social.  ...  Ver mais

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